Só a última release recebe correções de segurança. A correção sai numa release nova; para atualizar, rode o instalador de novo:
curl -fsSL https://pghangar.dev/install | sudo shNão abra uma issue pública. Relate em particular pelo GitHub: Relatar uma vulnerabilidade (a aba Security deste repositório). Só você e os mantenedores veem o relato.
Inclua o que puder:
- a versão do pghangar (
pghangar versao), a do PostgreSQL e a do Docker; - os passos para reproduzir;
- o que um atacante ganha, e o que ele precisa antes (um login no banco, acesso à máquina, um arquivo na pasta de entrada, …).
A primeira resposta chega em até 7 dias.
- Confirmamos o problema com você e combinamos a gravidade.
- Corrigimos em particular e publicamos uma release nova.
- Publicamos um aviso de segurança no GitHub, pedindo um CVE quando couber, com o crédito a você, se você quiser.
Dentro: o binário pghangar, o install.sh e o instalador servido em
https://pghangar.dev/install. Interessam em especial as promessas da ferramenta
(docs/ESTRATEGIA.md):
- um caminho que escreva na origem ou que leve uma cópia a um servidor prod;
- algo apagado sem a pergunta ao sysadmin;
- uma senha que vá para a linha de comando, para o ambiente de um container, para o log ou para o disco fora do cadastro;
- o túnel SSH aceitando um servidor que não confere com o
known_hosts.
Fora: vulnerabilidades do próprio PostgreSQL, do Docker, do OpenSSH ou do terminal; a configuração de um servidor. Relate-as aos projetos delas, a menos que o pghangar as piore.
Um arquivo de fora restaurado (aba 4, pghangar restaurar) roda com superusuário no destino, como
num restore à mão: a conferência do SQL tira o que não tem lugar no restore de um banco, mas não é um
sandbox. Um SQL que passe pela conferência e escreva fora do banco restaurado é bem-vindo como relato.